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ESGOTADO

É verdade, está esgotado. Não, não estou a falar do novo filme do Manuel D’Oliveira (grande questão esta, o maior realizador português de todos os tempos e nunca ouvi falar de bilhetes esgotados para os seus filmes …!!) Então perguntam vocês, mas que raio é que está esgotado!!?? (É por isso que gosto de vocês, fazem perguntas pertinentes e bem estruturadas). Ainda bem que me fazem essa pergunta. O que está esgotado é o dinheiro. (ohhh). É verdade, mais cedo ou mais tarde acabaria por acontecer (da maneira como alguns gastam, até me admira que tenha durado tanto). Mas não era o petróleo, que estava mesmo, mesmo, mesmo, quase, quase a esgotar-se?? Sim, quer dizer nã…enfim não sei. Há 20 anos (é nestas alturas que me sinto velho, vinte anos…fonix…) que andam a dizer, que as reservas de petróleo, terão o seu fim dentro de 50 anos. Passados vinte anos, as mesmas reservas de petróleo continuam a ter um prazo de validade de aproximadamente …mais quê menos quê….50 anos… e não para de “esgu...

Parte III

Podemos dizer que as coisas mudaram, mas não mudaram grande coisa… Temos sindicatos com um desfasamento temporal de 35 anos. Direitos adquiridos, ao longo de vários anos, quer os tempos sejam de “vacas gordas”, ou “magras”. Só existem direitos, ninguém tem obrigações. Agora percebo a expressão “Estado de direito…” ENSINO. Apetece-me dizer que não se ensina nem se aprende. Na altura do 25 de Abril tivemos passagens administrativas. Quiseram transpor para os dias de hoje essas mesmas passagens. Hoje ninguém reprova. Todos muito inteligentes… O ensino tem que ser lúdico… BRINCADEIRA, literalmente. CHEGA, temos é que dizer às criancinhas lá em casa que é bastante mais agradável brincar do que estar na escola, no entanto temos que estudar. O ensino e a aprendizagem não são brincadeira, nem deviam ser para brincadeiras. Os professores tem que ter autoridade, tem de ter meios para manter a disciplina na escola. Se os papas não dão educação aos meninos, alguém tem que lhes dar. Escolari...

Parte II

Parte II Penso ser importante analisar o que de facto mudou no nosso país. Já sei que nos vão falar da ditadura, dos presos políticos, da liberdade de expressão, da tortura e que “ a Revolução” veio acabar com tudo isso. Pois desculpem o espírito de contradição, mas não me parece… Ditadura, á algo que continuamos a ter. Não teremos um regime totalitário, mas quanto à ditadura... Bem sei, no que respeita à legitimidade, o nosso poder politico tem toda a legitimidade conferida pela escolha popular (o que também diz muito acerca do nosso povo). Tirando este pormenor, parece que continuam a fazer o que lhes dá na real gana, a olhar pelos interesses de uma pequena (infelizmente cada vez mais imensa) minoria, a alimentar clientelismos, lobbies, forças de pressão. Não existe sentido de Estado, de pátria, de serviço público. Então aquilo porque temos passado nos últimos anos, a nível económico, não será uma tortura???!!! Há quantos anos nos andam a dizer que temos de apertar o cinto??...
BREVEMENTE A TÃO AGUARDADA 2.ª PARTE DA SAGA " 25 DE ABRIL....SEMPRE" (Não perca, num blogue perto de si)

Nostalgia

Vontade de reviver. ..Sentimentos.  Agradável sensação de algo que já não volta.  Tempo, seu ladrão. Pior que tu só o arbitro…

"VERMELHO"

Dois países... uma cor... Vermelho...

IM(PEC) Parte I

Ora viva. Cá estou novamente. Hoje vamos falar da situação económica actual e das eventuais medidas. A situação actual, nem vale a pena perder muito tempo com ela , penso que basta dizer que “está malê, muito malê”. Posto isto (que já não é pouco), leva-me a pensar, o que poderemos fazer? Será que estamos no principio do fim? Será que estamos á beira do recomeço? Quem somos, de onde vimos e para onde vamos…(onde é que já ouvi isto??). Simplificando “a coisa” estamos a viver acima das nossas possibilidades. Para perceberem, estamos a gastar mais do que aquilo que ganhamos (défice). Se gasto mais do que aquilo que ganho, de onde vem o dinheiro da diferença entre aquilo que ganho e o que gasto? De empréstimos (dívida pública). Exactamente, tão simples quanto isto. O que fazer para inverter a situação? Três hipóteses: - Aumentar a receita (aumento de impostos) - Diminuir os custos - Aumentar receitas e diminuir custos. A última hipótese, parece-me a mais viável, uma vez ...