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IM(PEC) Parte I

Ora viva. Cá estou novamente. Hoje vamos falar da situação económica actual e das eventuais medidas. A situação actual, nem vale a pena perder muito tempo com ela , penso que basta dizer que “está malê, muito malê”. Posto isto (que já não é pouco), leva-me a pensar, o que poderemos fazer? Será que estamos no principio do fim? Será que estamos á beira do recomeço? Quem somos, de onde vimos e para onde vamos…(onde é que já ouvi isto??). Simplificando “a coisa” estamos a viver acima das nossas possibilidades. Para perceberem, estamos a gastar mais do que aquilo que ganhamos (défice). Se gasto mais do que aquilo que ganho, de onde vem o dinheiro da diferença entre aquilo que ganho e o que gasto? De empréstimos (dívida pública). Exactamente, tão simples quanto isto. O que fazer para inverter a situação? Três hipóteses: - Aumentar a receita (aumento de impostos) - Diminuir os custos - Aumentar receitas e diminuir custos. A última hipótese, parece-me a mais viável, uma vez ...

O Milagre da Recuperação de Crédito

Ora viva. Após este interregno, devido às festividades Natalicias, cá estamos novamente. Desta feita para reflectir sobre o tão famigerado crédito “mal parado”. O tal que não para de aumentar e ao que parece só não será maior, ou melhor, só não estará ainda espelhado nas contas dos bancos, por artificialismos, que nos conduzem à verdade da mentira (E É AQUI QUE ENTRA O SCHWARZENNEGER). Vejamos hipoteticamente a seguinte situação. Se eu tiver um atraso de, digamos, 4 prestações de um crédito pessoal, essa situação será canalizada para um departamento próprio no Banco, chamemos, “departamento de contencioso e recuperação de crédito”. A partir daqui deixo de negociar com a minha agência ou sucursal, para ter como intermediário do Banco os Srs da “Recuperação de crédito”. Chegado a esta fase e como em qualquer situação negocial, convém avaliar o poder de cada uma das partes. Qual o meu objectivo? Redução da prestação para valores comportáveis com a minha situação profissional actua...

EUA: Obama reforça medidas de regulação da banca

Este título suscitou alguma curiosidade na minha pessoa e pareceu-me algo familiar a ideia, a notícia dizia: “ «O presidente iniciou uma ronda de conversações com os seus conselheiros económicos há já alguns meses sobre a necessidade de incluir uma reforma financeira mais específica e de adoptar provisões mais restritivas para limitar a dimensão e alcance das instituições financeiras e assim reduzir a tomada de risco em excesso», declarou uma fonte oficial da administração Obama esta quarta-feira. Obama defende que os grandes bancos têm que definir em que áreas querem actuar preferencialmente, tendo que optar «pela banca de retalho ou pela banca de investimento» uma vez que «não podem acumular» defende Obama. Esta noticia remete-nos para a popularidade crescente, deste blog. Senão vejamos, o que aqui foi escrito dia 12/04/2009: “RESPONSABILIDADE SOCIAL DA BANCA 12/04/2009 No reverso da medalha, vêm as poupanças dos particulares. Aqui a Banca também tem uma função social, q...

“Vender Frigoríficos nos pólos…”.

Já ouviram a expressão “vender Frigoríficos nos pólos…”. Recentemente ouvi esta mesma expressão em tom enaltecedor, gratificante. “Somos bravos, até frigoríficos vendemos nos pólos…” Expressões como esta são bastante comuns entre comerciais, ou assistentes de vendas, ou assistentes comerciais, ou vendedores, enfim escolham a designação. No entanto, quem vende os frigoríficos nos pólos, está a incorrer em vários erros: - Em primeiro lugar, um verdadeiro profissional, tenta colmatar uma necessidade, não inventa uma necessidade, nem desperta uma necessidade, isto mais não são do que eufemismos para “enganar”. Para os vendedores de “frigoríficos”, aqui vai uma novidade, nem sempre temos algo que se enquadre com as necessidades de determinada pessoa. Para uns teremos, para outros não. È a vida… - Segundo, uma venda mal feita, é filha única. Só conseguimos enganar o cliente uma vez. Como se costuma dizer “Á primeira qualquer uma cai, à segunda só cai quem quer”. - Terceiro, parece-m...

REFERENDO

Ora cá estamos de volta. Não se preocupem, não vou dar uma de “Paul Krugman” (para os mais distraídos Nobel da Economia), hoje vou como tenho vindo a fazer ultimamente, falar sobre um tema bastante actual e diria mesmo controverso, não pelas razoes aparentemente mais obvias, mas por outras… enfim já lá vamos. Ora e perguntam-me vocês – Qual o tema da actualidade que te atormenta?. Pergunta à qual respondo: - Ainda bem que me fazem essa questão. O que tem feito deambular os meus pensamentos, é a questão do referendo sobre casamentos de pessoas do mesmo sexo. Mais concretamente a primeira parte da questão, REFERENDO. - E então o casamento sobre pessoas do mesmo sexo?, perguntam vocês. - Bom, confesso que ver dois gajos aos beijos no meio da rua não se enquadra bem na minha noção de relação romântica, já dois elementos do sexo feminino… digamos…, então se forem duas malu…., enfim já me estou a perder no raciocínio… loiras…uma loira outra ruiva…enfim… Como estava a dizer, casam...

VACINAS

Ora viva. Cá estamos, para falar desta feita de VACINAS, no geral, da gripe A em particular. Antes de mais cabe definir a palavra:VACINA s.fem 1. Substância de origem microbiana (microrganismos vivos atenuados, ou mortos, substancias solúveis), que é inoculada numa pessoa ou num animal com o objectivo de o imunizar contra uma doença. 2. O que imuniza contra um mal, um perigo.Após esta definição subsiste no meu espírito uma questão: QUAL É A DÚVIDA??!!.“Ah, foram muito rápidos a encontrar esta vacina”. – Argumentação diria, no mínimo …. IDIOTA. Peço desculpa, mas parece de todo descabido dizer que uma vacina não é segura, só porque os cientistas são competentes. Por outro lado leva-me a pensar que esta doença, mais não é do que uma mera gripe com mais uma vogal. Como disse o bastonário da ordem dos médicos, uma doença "banal", caso contrário, provavelmente levaríamos anos ou décadas até encontrarmos uma vacina (como infelizmente se passa com outras doenças).“Pois, mas os efeit...

PALHAÇADA!!!

Ora viva. Cá estamos novamente e desta vez para “meter água”, ou para falar dela,…ou da falta dela….enfim, ainda agora começamos e já se está a tornar complexo… Bom, neste dias ao ver as notícias deparei-me com uma em particular que suscitou o meu interesse: “"Palhaço do Espaço" regressa à Terra O vaivém Soyouz que transportava o turista espacial e fundador canadiano do Circo do Soleil, Guy Laliberté, e dois outros astronautas aterrou hoje no Cazaquistão, anunciou o Centro de Controlo de Voos Espaciais da Rússia …O chamado "palhaço do espaço", Laliberté, pagou 35 milhões de dólares pela aventura espacial e…..O multimilionário canadiano coordenou desde o espaço um espectáculo dedicado à conservação da água na Terra, onde participaram os músicos U2, Shakira e o ambientalista e político Al Gore, entre outros.” Muito bem, sim senhor, o fundador do Circo do Soleil, está preocupado com a saúde do nosso planeta, mais concretamente com a retenção de águas (não sei se será m...